Olho-te ainda, e a todo instante,
para que sua lembrança
fique pra muito em mim.
Porque assim é o amor:
como as rosas que ainda caem
em forma de saudade.
E enquanto existiu,
foi a coisa mais linda
de todos os amores meus.
dos amores e adeuses.
3 de março de 2008
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Vês?
25 de fevereiro de 2008
ainda há saudade nesta moça...
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Meu coração vai sair por aí...
17 de fevereiro de 2008
...e eu vou deixar a porta destrancada.
Que é pra quando ele voltar,
parecer que nem foi.
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Adoração
14 de fevereiro de 2008
Bom é amar teu sono de menino,
enquanto as horas passam, longas...
Hoje eu renuncio às palavras.
Deixa-me adorar-te, amado,
porque silente é o meu encanto.
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Nota
12 de fevereiro de 2008
É teu,
o amor que escreveu meus versos,
e expulsou meu sono.
Sou tua. Simplesmente.
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Tempo...
30 de janeiro de 2008
De descobrir o que é boniteza.
De saber ser dois, ao invés de um só.
De sentir dor de barriga de felicidade.
De contar as horas...os minutos...
cada segundo que demora a passar.
De entender o amor...em sua forma mais sublime.
De ter colo... e dar colo.
De ter certeza que tudo dará certo.
Tempo que não seja breve.
Tempo que seja leve.
Como o amor maior do mundo.
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Parênteses
25 de janeiro de 2008
De tanto querer a vida,
e por querer-te infinito,
és, cada dia mais, o meu amor!
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Presente Literário
22 de janeiro de 2008
"Me pediste um poema.
Pois, se eu pudesse inspirar
as saudades tuas e exaurir versos,
eu daria pra você
as coisas mais lindas do mundo,
que só existem na mais
absoluta perfeição semântica
da minha alma romântica.
Te daria Bandeira e Neruda,
ou quem sabe Leminski?
Te mudaria o mundo.
Te falaria de Arte e Amor.
Te falaria sobre a essência da vida.
Te falaria em poesia
e com minhas palavras te amaria.
Se eu pudesse transmutar
o que sou em palavras,
com este poema
eu te daria eu,
pois o poeminha já é teu"
A.
(meu poeta fresco...
...ele acredita que ainda serei Cecília Meireles.)
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(os presentes da vida)
17 de janeiro de 2008
Mais-que-perfeito! - diria o pretérito.
Pois é.
Inventamos um novo tempo!
Presente mais-que-perfeito.
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Pedinte
6 de dezembro de 2007
Tão fácil é amar-te,
afagar teus cabelos,
e lhe dar de sonhar,
que nada mais ousarei pedir-te.
Nada,
senão amor,
amor, e tudo.
Até morrer.
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Quando ganhei uma conversinha
3 de dezembro de 2007
-quer ser meu-tudo?
-eu?
-é!
-mas eu sou tão só-isso...
-não importa. o meu-tudo também não é lá essas coisas.
-não sei. ser o seu-tudo me assusta. é… o seu-tudo!
-é. mas você pode começar sendo meu-pouquinho... e aí depois quando você achar que deve, você vira o meu-tudo.
-hmm. ta bom!
-e aí você me avisa, porque eu preciso jogar os outros meus-pouquinhos fora, pra você caber todinho no meu-tudo. ta bom?
-ta bom!
-(…)
-ei, na verdade você já pode começar a jogar fora os seus outros-pouquinhos... Mas vai jogando devagar, que isso deve bem doer.
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Amor Noturno
27 de novembro de 2007
O meu amor tem a cor das madrugadas
feito ar a apertar-me os ossos,
ou um frio, a gelar minh'alma inteira.
Meus verbos estão em cinzas,
e já não sabem nomear a falta,
destes olhos que nem sei mais.
E eu, farta de tremer,
fico assim, miudinha,
a olhar-te em silêncio.
Mas peço apenas
que não te leve de volta, o vento,
enquanto for encantado.
Já não é preciso ter saudades.
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six hundred miles
26 de outubro de 2007
Being apart has been hard. A lot of times I seem to get lost in my own thoughts.
I kno that I won't have my wake up and goodnight calls anymore...and when you care about someone as much as I do about you, it's a very hard thing to get used to.
I find myself missing you so often...no matter what I'm doing...but sometimes walking away is the best thing that we can do… for ourselves.
Speaking of goodnight, it's time for me to get some sleep...or try to anyway.
Six hundred miles from your heart.
Miss u, love...
Gnite all.
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E por fim, deu-lhe o nome de Amor
9 de outubro de 2007
E por fim, deu-lhe o nome de Amor
e a fez transbordar de brilho e carinho.
Se asas não tiveres,
ao menos olhe em minha direção,
e meus olhos tão inquietos
estarão a fitar-lhe o encanto.
Se lhe pareço distante e peregrino,
peço apenas que rume ao meu alcance,
sem pausa nem descanso,
em tuas madrugadas de ninguém.
Será tua, toda a minha alma.
Conhecerás meu coração,
como conheces cada entranha do mar
onde te deitas todas as noites.
Eu te darei o nome mais lindo,
e tão sincero serei ao chamar-te,
que meu grito ecoará em todo o céu
por milhões de anos-luz.
Os dois, juntos, passaram à longas conversas
E uma alegria, que não sabiam resistir.
Ele, correndo pela areia macia,
e ela pairando no céu estrelado.
E assim foi a noite.
Breve, como sempre é
o tempo da felicidade.
Serás tu, aurora, a despontar em meus olhos?
Serás tu, a trazer-me o pranto do amanhecer,
e a roubar-me a beleza que a noite me traz?
Não agora, eu imploro!
Assim como veio, tão veloz a noite se foi.
E mais uma vez, a estrelinha sorriu,
e desapareceu...
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