Engraçado o incômodo que causa nas pessoas falar de um amor que não foi pra sempre, só porque ele não foi pra sempre.
Whaddafuck
7 de março de 2011
5:00am. boca seca. mão suada. peito inquieto. 5:00am.
got it.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
perfect match.
4 de março de 2011
Fogo na ponta dos dedos,
o verso que arde,
meu pulso convulso
e seus true blues.
A pele aos lábios
o grito aos ouvidos
e o chão à nós:
é tudo que se merece.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
mental note:
17 de fevereiro de 2011
Recuperar alguns pedaços de mim que ficaram presos naquele abraço.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Incompletude
25 de novembro de 2010
Faz cócegas recitar este acalanto
que se fez no leito eufórico
de um aposento esquecidiço...
cheio de vertigens, lindezas
e uma eterna mala meio-feita.
Foi nele, que as palavras foram dando,
aos poucos, passos trôpegos, tontos
mas leves... como os meus.
Simples como respirar é simples.
(um pouquinho mais me tumultuaria)
Ah amor meu, menino hóspede do meu coração...
fica, que de repente o amor até nos queira bem.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
Era uma vez, eu.
3 de setembro de 2010
A minha insistência em dessentir
essa solidão à duras penas,
já não surte mais efeito.
E nessa tentativa de ser fortaleza,
meus olhos, afogados em alma derretida,
me servem menos que minhas mãos.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
onde dói?
25 de junho de 2010
Quando eu estou feliz, sinto a alegria bem dentro da barriga. A tristeza, por sua vez, me dói no fundo da garganta... e eu ainda acho que é por isso que eu canto.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Palpitando.
29 de março de 2010
Vou viver pra vida... sou inteiramente dela, agora.
Mas quem quiser, pode se servir!
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Morreu.
10 de março de 2010
É triste o aborto de um afeto. Dura 3 horas, 45 minutos e 12 segundos. É triste, é suado, e é pra sempre.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
É assim.
5 de fevereiro de 2010
(ao meu bem querer que eu bem queria que estivesse aqui.)
Eu tenho pra mim que eu sentiria a sua falta mesmo se eu não te conhecesse.
E se eu falo de saudade, não é por mendicância de assunto, pobreza de espírito ou falta de ler notícia de manhã. Se eu insisto em falar de saudade, é por não ter restado mais nada nesse coração sem festa. Bate por falta de alternativa, enquanto fica nesse esperar sem graça pelo outro coração que lhe causava aquela taquicardia doida.
É preciso se acostumar a não ser mais acompanhada por duas sombras, a não ver mais dois reflexos na vitrine da confeitaria. As mãos agora estão soltas e estamos a dar passos que nos levam cada vez mais longe. As pegadas estão deveras desvinculadas, e as nossas vozes já não se encontram no meio do caminho como costumavam fazer.
Tô cuidando do noso reino sozinha, amor, e não tá fácil não. Às vezes parece até que eu não vou dar conta de tudo, porque tudo ficou maior ainda sem você. Mas aí eu lembro de como construímos todas as coisas que são preciosas, e me esqueço completamente do que eu estava pensando 1 minuto antes.
E começo a me lembrar (porque às vezes eu me esqueço, e não é por mal. Eu esqueço, e bem rapidinho eu já lembro!). Aí eu começo a lembrar que é por ter um beijo inconfundível de 9 da manhã. É por prestar atenção nas minhas argumentações malucas sobre a vida, e fazer cara de "interessante" todas as vezes. É por não se irritar com os meus soluços pós-gargalhada que eu sei que são irritantes. E aí eu me lembro que é, principalmente, por você me amar todos os dias.
Alguém disse uma vez, e eu continuo dizendo: não existe solidão quando se é dois.
E é engraçado como a história se repete, e como continuamos teimosos. Desconfio que esse amor-hiato deve dar algum barato! Deve ser por isso que a gente insiste... Vai saber.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
make-a-wish.
30 de janeiro de 2010
Vem pra cá, que aqui é o seu lugar,
-cabelinho d'oiro e olhos de mar.
.
.
.
(8736, 8737, 8738... posso abrir???)
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Longe
8 de dezembro de 2009
Foi este não estar só
que me fez acostumada
com um outono nunca antes
tão silencioso...
Não me agarrei ao verão
pra não desesperar.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Rimazinha
14 de outubro de 2009
Vou fazer uma riminha
pro Eugênio que é pidão
Eu sou a sua amiguinha
e ele é meu amigão!
Essa rima tão pobrinha
que saiu da minha mão,
é pobre mas é limpinha
e eu fiz de coração!
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Ensaio sobre a sujeira.
13 de agosto de 2009
Não quero nem prever o resultado disso, porque posso ver muito pequeno o que não dá para medir.
O mundo está cada vez mais carente de valores essenciais. Infelizmente, aqui no Brasil, valores pessoais, decência e dignidade, são valorizados apenas no discurso. A moeda de troca e o valor do artista no mercado é muito mais baixo, e a forma de tratar e de ser tratado é cada dia menos importante.
A relação de paternalismo e de apadrinhamento do Brasil colônia nunca deixou de existir, e é no meio artístico que isso funciona da forma mais retrógrada possível. Tanta falta de talento consagrada pela mídia é um desaforo pra quem se vê o oposto disso e sinceramente, não acredito que vá melhorar.
Por isso eu cansei. Não que eu não queira competir saudavelmente por um papel com alguém, mas pelo andar da carruagem, se eu não virar um daqueles ratos que lambem o chão por onde passam os bambambans, eu posso cantar, dançar e até levitar em qualquer teste, que de nada valerá.
É importate seguir, e deixar essas coisas para trás. Senão vira uma mágoa, um rancor, e a gente vai começar a agir como aqueles artistas aposentados que vão nos programas da tarde pedir emprego e mais uma chance.
Vou-me embora, provar o melhor do talendo que dizem que eu tenho. Dele pra mim mesma e ninguém mais. E quem quiser reconhecer, vai reconhecer. É assim que tem que ser.
Como podem achar tanto defeito em tão pouco tempo em alguém, e nenhuma qualidade?? Dor de cotovelo, inveja, insegurança. Não existe o cuidado de ser justo e ter discernimento ao julgar alguém. É um monte de auto-estima de merda reunida, que forma um país de merda, e não uma merda de país. Isso é ridículo, e é cultural.
Enquanto nada disso mudar, os medíocres vão continuar na frente. Afinal, ainda que lhes custe um esforço pessoal sem medidas, e algumas noites de angústia (ou não), eles sempre agradam a todos, com qualquer lixo, em qualquer palco.
E tenho dito.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
Lurdinha.
7 de agosto de 2009
Ê mulher danada pra fazer raiva e falta ao mesmo tempo...
Postado por Benjamin C. 0 comentários
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS E A PROPRIEDADE INTELECTUAL.