Mas manda.
Porque se aí a festa é boa, aqui é sempre pela metade.
Está escrito nas linhas das minhas mãos.
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Eu fico querendo escrever bem bonito pra ele, enquanto vejo o nosso amor crescer nos dois corações que ele escolheu pra florescer. Cresce lindo e vai afundando as raízes na terra adubada com ternura e felicidade. Lembro de quando ainda era semente, nossa pequena árvore. Hoje já dá flores no meio de seus galhos entrelaçados. Precisa ver que lindas são. Precisa ver o cheiro delas. Amor. Amor é o nome dela.
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Pra dizer que te amo e que o dia nasceu lindo com você.
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Felicidade é desembrulhar um amor novinho em folha
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Ele cerveja, ela coca cola
Ele pontual, ela demora
Ele dança, ela tenta
Ele toca, ela canta
Ele forte, ela do bem
Ele ama, ela também.
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É assim: um amor vai curando o outro e a poesia volta pra ver como ficou.
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De todos os quereres,
o nosso é o mais delicado.
Urgente, agudo, tinto,
feito à mão com cuidado.
Nasceu torto, mas segue
insolente e empinado
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Não vamos confundir febre com amor.
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A cada ternura, o alívio de sermos sempre novos
e atentos, como quem sabe o inverno que vem.
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Quero nós dois todo o tempo,
prendendo o dia na boca
e a noite entre as pernas.
Eu tô aqui pra você ser em mim.
Ser você, em mim.
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Falo desta sobreposição de encantos, que é você,
deste coração feito de bilhetes, que é o meu
e toda a minha parte que te cabe, verso a verso.
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Amor é quando nascem cerejas num pé de jabuticaba.
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Enquanto murmurarmos
cada breve respiração,
ser tão sua quanto eu puder ser.
Na graça imensa da manhã,
ter sempre um beijo em seus braços meus.
E na febre invertida do adeus
(que nunca se fez)
ver teu coração aplaudindo até desalinhar.
Sempre tão mesmo, o amor.
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Engraçado o incômodo que causa nas pessoas falar de um amor que não foi pra sempre, só porque ele não foi pra sempre.
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5:00am. boca seca. mão suada. peito inquieto. 5:00am.
got it.
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