Ele cerveja, ela coca cola
Ele pontual, ela demora
Ele dança, ela tenta
Ele toca, ela canta
Ele forte, ela do bem
Ele ama, ela também.
Eles
14 de setembro de 2013
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
band-aid
13 de setembro de 2013
É assim: um amor vai curando o outro e a poesia volta pra ver como ficou.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
48 little hours
25 de junho de 2012
De todos os quereres,
o nosso é o mais delicado.
Urgente, agudo, tinto,
feito à mão com cuidado.
Nasceu torto, mas segue
insolente e empinado
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Atenção:
9 de janeiro de 2012
Não vamos confundir febre com amor.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Calma.
8 de janeiro de 2012
A cada ternura, o alívio de sermos sempre novos
e atentos, como quem sabe o inverno que vem.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Arde.
7 de janeiro de 2012
Quero nós dois todo o tempo,
prendendo o dia na boca
e a noite entre as pernas.
Eu tô aqui pra você ser em mim.
Ser você, em mim.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
pensata 177
24 de outubro de 2011
Falo desta sobreposição de encantos, que é você,
deste coração feito de bilhetes, que é o meu
e toda a minha parte que te cabe, verso a verso.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Paladar
19 de setembro de 2011
Amor é quando nascem cerejas num pé de jabuticaba.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
my blueberry days
Enquanto murmurarmos
cada breve respiração,
ser tão sua quanto eu puder ser.
Na graça imensa da manhã,
ter sempre um beijo em seus braços meus.
E na febre invertida do adeus
(que nunca se fez)
ver teu coração aplaudindo até desalinhar.
Sempre tão mesmo, o amor.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Cada coisa...
4 de maio de 2011
Engraçado o incômodo que causa nas pessoas falar de um amor que não foi pra sempre, só porque ele não foi pra sempre.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
Whaddafuck
7 de março de 2011
5:00am. boca seca. mão suada. peito inquieto. 5:00am.
got it.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
perfect match.
4 de março de 2011
Fogo na ponta dos dedos,
o verso que arde,
meu pulso convulso
e seus true blues.
A pele aos lábios
o grito aos ouvidos
e o chão à nós:
é tudo que se merece.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
mental note:
17 de fevereiro de 2011
Recuperar alguns pedaços de mim que ficaram presos naquele abraço.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
Incompletude
25 de novembro de 2010
Faz cócegas recitar este acalanto
que se fez no leito eufórico
de um aposento esquecidiço...
cheio de vertigens, lindezas
e uma eterna mala meio-feita.
Foi nele, que as palavras foram dando,
aos poucos, passos trôpegos, tontos
mas leves... como os meus.
Simples como respirar é simples.
(um pouquinho mais me tumultuaria)
Ah amor meu, menino hóspede do meu coração...
fica, que de repente o amor até nos queira bem.
Postado por Rebeca Rezende 1 comentários
Era uma vez, eu.
3 de setembro de 2010
A minha insistência em dessentir
essa solidão à duras penas,
já não surte mais efeito.
E nessa tentativa de ser fortaleza,
meus olhos, afogados em alma derretida,
me servem menos que minhas mãos.
Postado por Rebeca Rezende 0 comentários
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS E A PROPRIEDADE INTELECTUAL.