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Beau Comme Le Soleil

Está escrito nas linhas das minhas mãos.

Eles

14 de setembro de 2013

Ele cerveja, ela coca cola
Ele pontual, ela demora
Ele dança, ela tenta
Ele toca, ela canta
Ele forte, ela do bem
Ele ama, ela também.

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band-aid

13 de setembro de 2013

É assim: um amor vai curando o outro e a poesia volta pra ver como ficou.

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48 little hours

25 de junho de 2012

De todos os quereres,
o nosso é o mais delicado.

Urgente, agudo, tinto,
feito à mão com cuidado.

Nasceu torto, mas segue 
insolente e empinado

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Atenção:

9 de janeiro de 2012

Não vamos confundir febre com amor.

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Calma.

8 de janeiro de 2012

A cada ternura, o alívio de sermos sempre novos
e atentos, como quem sabe o inverno que vem.

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Arde.

7 de janeiro de 2012

Quero nós dois todo o tempo,
prendendo o dia na boca
e a noite entre as pernas.

Eu tô aqui pra você ser em mim.
Ser você, em mim.

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pensata 177

24 de outubro de 2011

Falo desta sobreposição de encantos, que é você,
deste coração feito de bilhetes, que é o meu
e toda a minha parte que te cabe, verso a verso.

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Paladar

19 de setembro de 2011

Amor é quando nascem cerejas num pé de jabuticaba.

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my blueberry days

Enquanto murmurarmos
cada breve respiração,
ser tão sua quanto eu puder ser.
Na graça imensa da manhã,
ter sempre um beijo em seus braços meus.
E na febre invertida do adeus
(que nunca se fez)
ver teu coração aplaudindo até desalinhar.

Sempre tão mesmo, o amor.

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Cada coisa...

4 de maio de 2011

Engraçado o incômodo que causa nas pessoas falar de um amor que não foi pra sempre, só porque ele não foi pra sempre.

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Whaddafuck

7 de março de 2011

5:00am. boca seca. mão suada. peito inquieto. 5:00am.

got it.

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perfect match.

4 de março de 2011

Fogo na ponta dos dedos,
o verso que arde,
meu pulso convulso
e seus true blues.

A pele aos lábios
o grito aos ouvidos
e o chão à nós:
é tudo que se merece.

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mental note:

17 de fevereiro de 2011

Recuperar alguns pedaços de mim que ficaram presos naquele abraço.

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Incompletude

25 de novembro de 2010

Faz cócegas recitar este acalanto
que se fez no leito eufórico
de um aposento esquecidiço...
cheio de vertigens, lindezas
e uma eterna mala meio-feita.

Foi nele, que as palavras foram dando,
aos poucos, passos trôpegos, tontos
mas leves... como os meus.
Simples como respirar é simples.
(um pouquinho mais me tumultuaria)

Ah amor meu, menino hóspede do meu coração...
fica, que de repente o amor até nos queira bem.

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Era uma vez, eu.

3 de setembro de 2010

A minha insistência em dessentir
essa solidão à duras penas,
já não surte mais efeito.
E nessa tentativa de ser fortaleza,
meus olhos, afogados em alma derretida,
me servem menos que minhas mãos.

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